Maranhão

IFMA tem primeiro abatedouro de caprinos e ovinos autorizado em São Luís

Registro de inspeção municipal foi concedido pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) na sexta-feira (28). Abatedouro começa a funcionar a partir do dia 6 deste mês
Assessoria de Comunicação IFMA
O Abatedouro de Caprinos e Ovinos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus São Luís-Maracanã recebeu, na manhã de sexta-feira (28), o registro do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa). Trata-se do único abatedouro de caprinos e ovinos com funcionamento autorizado na cidade. Com o certificado, a carne produzida no local poderá ser comercializada em toda a Região Metropolitana. A iniciativa visa incentivar a economia local e qualificar a produção de carne caprina em São Luís, com impacto direto no mercado ludovicense e de municípios próximos.

A entrega do registro foi realizada pelo Secretário Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues, em ato ocorrido no Gabinete da Direção-Geral do IFMA Campus São Luís-Maracanã. Segundo ele, a certificação permite o comércio da carne em São Luís e 13 municípios circunvizinhos. "É um marco para a economia e produção de caprinos e ovinos da cidade. É um selo de credibilidade, que vai facilitar a comercialização e o fornecimento de carnes para grandes redes de supermercado. É um momento histórico para a Semapa e para o IFMA, pois estamos criando as condições legais para a comercialização do produto", disse. "Além disso, é bom saber que a sociedade maranhense pode contar com o IFMA, uma instituição comprometida em melhorar a realidade local", declarou o secretário.

Participando do ato, o diretor-executivo do IFMA, Agenor Almeida, destacou que o abatedouro do IFMA vai suprir a carência no mercado local de produção e comercialização de carne caprina e ovina. "Existe uma produção de qualidade que precisa ser expandida. O certificado da Semapa representa a confiabilidade nessa carne. Isso somado à credibilidade do IFMA deve permitir o aumento do consumo e comercialização de carne caprina em São Luís e municípios da Região Metropolitana", comentou Agenor Almeida.

Segundo o coordenador-geral do Departamento de Produção e Apoio Didático do Campus Maracanã, Zenóbio de Souza, o funcionamento do abatedouro tem foco educacional e econômico, por isso, a obtenção do registro já era almejada há algum tempo. "Além de atender a carência de mercado e contribuir com a atividade dos produtores, o local servirá como centro de capacitação para os alunos", explicou Zenóbio de Souza.

Também participaram do ato de assinatura o superintendente-chefe da Semapa, Emerson Macêdo; o superintendente de Defesa e Inspeção Sanitária da Semapa, Francisco Soares; o chefe de gabinete do Campus Maracanã, Luciano Leite da Silva; o chefe da Divisão do Projeto de Produção do Campus Maracanã, o veterinário Diogo Gomes Serra; o veterinário do Campus Maracanã, Arnon Reis; e os produtores de caprino José Ribamar Pereira Filho e José de Ribamar Costa Pereira.

Parceria com a agricultura familiar
O abatedouro fica localizado no campus, na Avenida dos Curiós, s/n, Vila Esperança, e começa a funcionar a partir do dia 6 deste mês. Com o credenciamento, o local passa a poder fornecer carne de caprinos e ovinos para redes de supermercado, feiras, comércio e escolas, entre outros. A capacidade de abate é de 15 unidades por dia, de acordo com o chefe da Divisão do Projeto de Produção do Campus Maracanã, o veterinário Diogo Gomes Serra. "É uma estrutura que passa por avaliação de expansão. O objetivo é ampliar o abate para atender ao mercado. A adaptação será realizada conforme a demanda", explicou o chefe da divisão.

Inicialmente, a carne terá origem em produção da agricultura familiar. O produtor de caprino José Ribamar Pereira Filho, que esteve presente na cerimônia de entrega do registro, é o primeiro a realizar parceria com o IFMA para o abate. O objetivo, segundo ele, é fornecer carne de caprino para grandes redes de supermercado e também para instituições de ensino locais, como o próprio IFMA, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). "Esse é o foco inicial para melhorar a renda de nossa produção. Depois de tanto tempo como criador, finalmente podemos comercializar carne com grandes redes", disse.

Notícia adaptada pela Equipe Capril Virtual com informações Assessoria de Comunicação IFMA (04/07/2019)


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