Uso do soro de leite na alimentação de ovinos e caprinos

Para quem produz queijo, o soro é um subproduto que muitas vezes é jogado fora, apesar do seu alto valor nutricional. Para quem tem soro à disposição, pode ser um excelente alimento para ovinos e caprinos.

O soro é rico em proteínas e sua utilização na dieta dos cordeiros e cabritos pode reduzir os custos de produção, melhorando a renda do produtor. Outra vantagem para regiões mais áridas, é que o soro pode substituir em partes a água que seria fornecida para os animais.

No material abaixo, tem mais informações e, inclusive, como fazer a mistura e qual proporção. Além disso, um podcast (áudio) do Prosa Rural sobre o uso do soro de leite. Bom proveito! 😉

 

 

Sabe calcular quanto de “pasto” precisa para seus animais?

É muito comum encontrarmos criações que, numa altura do ano, falta comida no campo e o produtor tem que ir atrás de outras formas de alimentar seus animais: comprar comida fora (silagem, feno, capineira) ou deixar os animais passando fome (comendo bem menos do que deveriam, resultando em emagrecimento e baixa na produtividade).

Por isso é importante o planejamento, saber calcular quanto preciso de comida para que as minhas ovelhas / cabras possam produzir bem. E não é tão difícil assim.  Veja no artigo abaixo, como fazer o cálculo para o ano todo, dependendo da quantidade de animais, produção, categorias, etc.

OrcamentoAnualForrageiro

Recentemente, a EMBRAPA lançou também o APP Orçamento Forrageiro, para Android. Por enquanto, só está disponível para a região nordeste e Minas Gerais.

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Uso do pastoreio rotativo na criação de ovinos e caprinos

Existem vários sistemas de criação de ovinos e caprinos. Independente da escolha, o que importa é ter resultado produtivo e financeiro. Não existe (infelizmente, senão já estaria rica!) uma fórmula  mágica e que sirva para todas as propriedades e regiões. Às vezes até mesmo propriedades vizinhas, com sistemas iguais, tem resultados totalmente diferentes. Essa é a beleza de trabalharmos com biologia (onde nem sempre 1 + 1 = 2). Mas também está aí o desafio do dia a dia.

Quando falamos em alimentação dos animais, existem diferentes sistemas: confinamento (dentro de um galpão ou aprisco), extensivo (à campo ou na caatinga, por exemplo) e mesmo uma mistura desses dois, onde os animais vão ao campo mas também recebem suplementação no cocho – nem que seja pra voltar pra casa 🙂

Se a escolha é pela alimentação à campo, onde as ovelhas e as cabras caminham até o alimento, podemos trabalhar também de diferentes formas, mas o mais comum é o pastoreio contínuo (animais ficam por períodos longos no mesmo “campo”) e o pastoreio rotativo (o “campo” é dividido em vários espaços menores e os animais ficam poucos dias em cada, fazendo um rodízio do local onde se alimentam).

Se a ideia é fazer pastoreio rotativo, algumas dicas são importantes e precisamos estar atentos para ter o melhor resultado com esse sistema. Um erro que vejo muito e que causa grandes prejuízos (chegando ao ponto de abandonarem o rotativo), é a área de lazer apresentar grama/pasto. Ou trabalhamos sem área de lazer (tendo sombra e água em todos os piquetes) ou então a verminose pode sair do controle, em virtude da alta lotação e dos animais estarem ali todos os dias (não ocorrendo rodízio nessa área).  Não existe sistema perfeito, existe sistema bem trabalhado.

Abaixo, tem um excelente material da Embrapa com informações sobre como montar o rodízio e como manejar os animais dentro dele. Boa leitura!

 

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